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Full House (televisionado no Brasil como Três é demais) é uma série de televisão do gênero comédia que foi ao ar pela primeira vez em 1987 e se estendeu até maio de 1995 com um total 192 episódios distribuídos em oito e maravilhosas temporadas.

O enredo da série se passa quando Danny Tanner, depois da morte de sua esposa Pam, convoca a ajuda de seu cunhado Jesse Katsopolis e seu melhor amigo Joey Gladstone para ajudá-lo a cuidar de suas três filhas D.J, Stephanie e Michelle Tanner.

A série como leu antes é bem longa (oito anos) e inicia com D.J por volta dos seus 7 anos, Stephanie com 4 anos e Michelle ainda bebê por volta dos seus seis meses; e termina com D.J na faculdade, Stephanie no High School e Michelle no Primário.

Durante todo esses anos podemos conferir as diversas histórias que os três pai, tio e melhor amigo passarão com as diferentes fases de cada uma das garotas: o primeiro dia de aula, o primeiro beijo, a primeira paixão, o momento do primeiro namorado, como lidar com a puberdade e os primeiros envolvimentos sexuais de D.J até os momentos de risadaria como quando colocam Michelle ainda bebê na panela e as várias tentativas de troca de fraudas falhas. Mas não pense que para por aí!

A família Tanner tem como vizinhos os Gibblers, uma família bastante desastrada onde o único membro característico e aparente dessa família em toda a série é a temida Kimmy Gibbler, melhor amiga de infãncia de D.J e conhecida por seu maléfico pé com chulé. 

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Quando chegamos na metade das temporadas, achando que nada mais faltava, a casa fica ainda mais lotada. Jesse resolve se casar com Rebecca, a parceira de programa Good Morning, San Francisco! do Danny Tanner, fruto dessa união nascem os gêmeos Nicky e Alex. E tudo começa mais uma vez.

Um fato bem importante em meio a todo esse processo de educação que as meninas recebem é válido ressaltar que Danny Tanner tem compulsão por limpeza, Jesse Katsopolis é um fanático por Elvis e o Joey Gladstone é um comediante stand up. 

No entanto, por mais que você assista as oito temporadas e tente gostar de todos os personagens (o que é bem fácil) quem irá conquistar o seu coração será Michelle. Sendo a caçula das duas irmãs mais velhas ela cresce já aprendendo as artimanhas e como se safar das situações de forma bastante rápida e cômica, quando algumas vezes usa da melhor amizade do seu tio Jesse para conseguir o que quer.

A série tem rápida e fácil conexão linguística e é uma boa pedida para quem quer aprender inglês. Os personagens falam de forma desacelerada e isso ajuda a quem assiste nas pontuações e sotaque. Porém, não se esqueça que a série ocorre nas décadas de 80 e 90 e por isso algumas palavras já não são mais usadas nos dias de hoje.

Full House está disponível desde julho de 2016 na Netflix em função do seu spin-off Fuller House (mesmo enredo só que dessa vez D.J Tanner é mãe viúva e recebe ajuda de Kimmy e sua irmã Stephanie para cuidar de seus três filhos).

Demorei seis meses para finalizar a série devido ao meu tempo corrido  mas foram os seis meses mais bem gastos que já tive. Vale a pena e muito assistir.



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Sinopse: Ao voltar da escola, Clay Jensen encontra na porta de casa um misterioso pacote com seu nome. Dentro, ele descobre várias fitas cassetes. O garoto ouve as gravações e se dá conta de que elas foram feitas por Hannah Baker - uma colega de classe e antiga paquera -, que cometeu suicídio duas semanas atrás. Nas fitas, Hannah explica que existem treze motivos que a levaram à decisão de se matar. Clay é um desses motivos. Agora ele precisa ouvir tudo até o fim para descobrir como contribuiu para esse trágico acontecimento. 
Autora: Jay Asher
Editora: Ática
Páginas: 252
Data de publicação: 2013



Você só precisa seguir duas regras: um, escutar tudo ao final e dois, repassar para a próxima pessoa que aparecer depois da sua história. Caso não queira escutar ela não saberá pois esta morta, mas é provável que aceite as regras do contrário, uma cópia das fitas cassetes virá a público e todos saberão o que você fez para Hannah Baker. Se achar que receber as fitas foi um engano não se preocupe, seu nome aparecerá nas histórias mais rápido do que pensa e provavelmente mais de uma vez. Mas será que é tão simples assim?

“Oi, é a Hannah. Hannah Baker. Não ajuste seu… seja lá o que estiver usando para ouvir isso. Sou eu, ao vivo e em estéreo. Sem promessa de retorno, sem bis e, dessa vez, sem atender a pedidos. Pegue um lanche. Acomode-se. Porque eu vou contar a história da minha vida. Mais especificamente, por que minha vida terminou. E se você está ouvindo essa fita, você é um dos porquês.”


Diferente do que aparece na série não é assim que começa o livro e talvez você demore uma ou duas páginas para compreender em qual parte da linha do tempo se encontra. No entanto, quando se encontrar é preciso estar preparado porque certamente se enquadrará no 95% dos leitores que devoraram o livro em poucas horas.

Hannah Baker, é filha única, seus pais são raramente citados e tudo que sabemos além disso é que a garota se mudou com os pais para a atual cidade depois que uma série de acontecimentos da antiga escola desestabilizaram a sua saúde mental, foi necessário um novo recomeço que como vemos não deu muito certo.  A amiga que tinha na cidade se muda logo no inicio da história e quando passa a ter envolvimento social com novas pessoas os momentos de felicidade de Hannah duram pouco.

C. Jensen sempre foi apaixonado por ela na famosa friend zone (se é que podemos chamar a relação que os dois tiveram assim) porém, Jensen sempre foi incentivado por seu amigo Jeff a contar o que sentia para a garota.

Quando Jensen recebe as fitas seguimos um roteiro maldoso do último ano de vida de Hannah: os momentos de dores, as poucas felicidades, a vontade intensa de resgatar os amigos perdidos, a indecisão do que era para ter sido feito e não foi. E enquanto os culpados que já ouviram as fitas agem normalmente, Clay é de fato o único que se culpa por tudo que aconteceu, o que o leva a momentos de pertubação bastante intensas.

Junto das fitas Hannah entrega também um mapa do bairro apontando os locais dos acontecimentos, os culpados estão livres para visitar ou apenas imaginar como ocorreu a situação. Mas Baker deixa claro que seria bem mais nítido e "agradável" se os espectadores fossem visitar os lugares. É o que Clay faz.


Agora se você acha que cada culpado tem sua história dividida, não se engane. As fitas que Hannah deixa como memória póstuma se transformam em uma bela cama de gato.

O culpado número 13 é quem decide o que fará com a fitas.

E você, que é o felizardo número treze, pode levar as fitas direto para o inferno.

O livro tem fácil entendimento e com locuções intercaladas te leva a sentir na pele exatamente o que Clay e Hannah, personagens centrais, querem propor para quem lê.

Clay, que posso mencionar sem peso, realmente se importou com Hannah durante toda a sua trajetória, mesmo que ela não tenha tido consciência disso. Ao ouvirmos a história em que ele aparece cabe a nós julgar se ele é ou não culpado da morte de Hannah Baker. Esse é o único gancho que o livro nos permite escolher.

Mas além de uma história sobre os fatos que levam uma pessoa a cometer suicídio, em Os 13 porquês recebemos a missão de compreender que palavras e atitudes rudes podem causar um dano irreparável a uma pessoa que muita das vezes sofre com depressão, desvio social e até mesmo o famoso bullying. 

É possível que quando acabar de ler você solte todo o ar que ficou preso durante a leitura e passe a pensar em tudo que já aconteceu com a sua vida ou que até mesmo você possa ter feito e/ou presenciado. E isso é muito importante que aconteça, afinal, você acaba de cair na realidade.




Na 23ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo aconteceram diversos problema de superlotação e desorganização, e posso dizer por experiência que o pior de tudo foi a muvuca ocasionada entre fãs e organização durante a distribuição de senhas para autógrafos da Cassandra Clare. Foi uma confusão só.

Vários fãs, pais dos fãs e até mesmo outros blogueiros presentes demonstraram sua enorme insatisfação com a organização. Pessoas saíram machucadas, outras pularam as catracas da entrada e muitas outras passaram mal ou até mesmo desmaiaram na fila de espera. Mas felizmente, esse ano os organizadores resolveram se desculpar e criaram um processo de distribuição de senhas mais eficaz que o do evento anterior.

A partir do dia 01 de agosto, às 12h, os visitantes da 24ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo poderão adquirir senhas para receber autógrafos de seus autores prediletos. Ou seja, uma antecedência de 25 dias antes da abertura oficial do evento.

A distribuição das senhas acontecerá no site da Bienal e será feita gradativamente para os dias de evento. No dia 01, os participantes poderão solicitar as senhas para as sessões do dia 26 de agosto, no dia 2, os do dia 27, e assim por diante.

Lembro também que as senhas são limitadas e quem envia o número para disponibilizar as quantidades de autógrafos é a editora responsável pelos autores e artistas presentes no evento. 

O participante deve comparecer ao espaço de autógrafos munido do voucher de confirmação impresso e documento com foto. É importante que o visitante que for participar das sessões adquira seu ingresso com antecedência pelo site www.bienaldolivro.com.br, para evitar filas durante a entrada no pavilhão.

Confira as datas para a retirada das senhas:

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A questão é: estou desempregada, de férias por tempo indeterminado. E resolvendo parar de chorar para aproveitar me perguntei se valeria ou não investir meu tempinho extra em séries da Netflix. Arrisquei e o resultado foi viciante. Principalmente porque, no inicio do primeiro semestre a Netflix veio com anúncios de novas séries originais e continuação de séries antigas que pertenceram a minha infância. Isso fez meus olhos saltarem e a curiosidade ser maior.

Então, classifiquei as séries que mais amo assistir na Netflix.

5- Marco Polo


Conheci Marco Polo na Comic Con Experience 2014. Eu não fazia ideia do tipo de série e em quê a história se baseava, apenas entrei no painel da programação e meti cara a tapa depois da exibição dos dois primeiros episódios de forma inédita no Brasil. Ainda para fechar a banca, todo o elenco principal estava presente no painel Netflix. Depois daquela noite comecei a fazer contagem regressiva para a disponibilização dos episódios e contei mais (quase) dois anos para a espera da segunda temporada, que só chegou esse mês. Foi uma agonia tremenda, porém valeu a pena.



Marco Polo é um jovem mercador que vive em Veneza, aparentemente sozinho. Seu pai Nicolau era um mercador que comerciava com o Oriente Médio, e junto de seu irmão Maffeo partiram em uma viagem para comércio antes de Marco nascer. Marco Polo (escondido), seu pai e seu tio partem para a Ásia em uma série de aventuras perigosas rumo a parte Oriental da Ásia. 


Ao chegarem, o Imperador Kublai Khan demonstra desinteresse pelos mercadores, já que o trato feito entre eles havia sido quebrado. Nicolau com medo de perder as alianças construídas decide dar o próprio filho para o Imperador em troca de seu perdão. O Imperador aceita Marco como seu sacerdote e ao invés de trata-lo da mesma forma como os outros, Khan o convoca para uma série de ensinamentos sobre a cultura oriental. 

Marco se mostra confuso nos ideogramas chineses mas de maneira promissora nas artes do Kung Fu através de seu treinador cego, e antes que seja tomado pela confiança do Imperador é posto em prova e o jogo vira a favor de Marco.


4- Fuller House

Uma das séries mais queridas e que vivia passando aos sábados no SBT, retornou e em grande estilo. Ficou impossível não assistir e é inacreditável como os episódios fluem naturalmente. Nessa série não existe a palavra "desânimo" e "monotonia", cada episódio é único e apaixonante. A melhor parte foi rever as confusões armadas entre as irmãs e o desenrolar amoroso da antiga paixão entre DJ e Steve.

Sinopse: Em Fuller House, as aventuras da família Tanner, de Três é Demais, continuam. D.J. Tanner-Fuller (Candace Cameron-Bure) perdeu recentemente o marido, e está grávida. A sua irmã mais nova, Stephanie Tanner (Jodie Sweetin) aspirante a cantora, e sua melhor amiga, mãe solteira Kimmy Gibbler (Andrea Barber) - e sua filha adolescente Ramona, todas se mudam para a casa de DJ para ajudá-la a cuidar dos dois filhos dela - o rebelde JD, de 12 anos , e o neurótico Max, de 7 anos.



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